SALVE O PATRONO DA NATUREZA, IRMÃO DO SOL, DA LUA
“São Francisco de Assis”!

Devotos de São Francisco de Assis se uniram aos irmãos e irmãs da Comunidade do bairro Cohab l, na noite do último dia 03 de outubro, para a celebração em honra ao seu padroeiro. A missa foi celebrada na residência do casal Umbelina e Valdir Figueiredo, num ambiente acolhedor, preparado com muito carinho para o ato litúrgico. Na procissão de entrada, juntamente com os ministros e o celebrante, fez-se a introdução do “Tau” (a cruz) de São Francisco. Após a acolhida, dona Angelina Pereira, que é conselheira da Comunidade, conduziu até o Altar a imagem do santo homenageado, sob o aplauso caloroso de todos.
Pe. Amauri Ferreira, em sua homilia, ressaltou a importância do Evangelho de (Lc 10,1-16), comparando as obras de São Francisco de Assis, levando os presentes a refletir sobre as atitudes do santo: se estamos sendo fieis ao projeto de Deus; se estamos sendo promotores da vida, que “ela” exista em abundância para todos; se estamos cuidando dos pequeninos e excluídos de nossa sociedade, que muitas vezes estão ao nosso lado e fingimos não enxergar... Precisamos abraçar a Cruz de Jesus, como fez Francisco, ressaltou. No ofertório, com o Pão e o Vinho, foram levadas para o Altar as lembrancinhas para serem abençoadas e, ao final, entregues aos presentes. No momento de Ação de Graças, uma jovem se dirigiu até o Altar com os olhos vendados e suas mãos amarradas por um “cordão” com três nós, que é usado pelos (franciscanos) consagrados e recorda os três conselhos de vida à luz dos evangelhos: a pobreza, a castidade e a obediência. O “nó” da pobreza nos lembra que é preciso ter um carinho especial com os nossos irmãos e irmãs que mais sofrem, especialmente as viúvas e órfãos; o “nó” da castidade nos recorda a necessária fidelidade no interior da família, entre pais e filhos, esposos e esposas, bem como de amor ao próximo, por ser ele filho(a) de Deus; o “nó” da obediência realça o imprescindível respeito aos princípios cristãos de fraternidade e solidariedade e àqueles que são autoridades, seja pelo conhecimento que possuem e seja pelo modo firme e corajoso, mas também amoroso, com que nos guiam na fé e na esperança.
Deixemos que as palavras e os exemplos do “Pobrezinho de Assis” ecoem em nossos ouvidos e em nosso coração, e assim possamos ajudar a construir um mundo de fraternidade e ternura.

Pastoral da Comunicação



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